1. A Vineyard como Movimento jovem e sua liberdade para rever tradições,
      1. A forma convencional de partir o pão foi instituída muito séculos depois da igreja primitiva
      2. Fazemos diferente, mas não com menos seriedade

    1. Temos liberdade de reaprender baseado no seguinte
      1. A Vineyard tem a possibilidade como um movimento jovem de inovar em termos de modelos dando preferência a relevância ao invés da tradição
      2. Comprometimento com a autoridade das escrituras – e nossa própria jornada
  2. Resumo dos Fatos
    1. As normas na vida da igreja contemporânea refletem tradições que se desenvolveram bem depois do período apostólico – tradições que tem levado a igreja pra longe do padrão e do entendimento bíblico do partir do pão. Algumas destas tradições são inofensivas, outras não são.
  3. Terminologia Bíblica para o Assunto
    1. Atos 20.2 Partir do Pão
    2. 1 Cor 11.20 A Ceia do Senhor
    3. 1 Cor 10.16 Koinonia (a comunhão ou fellowship ou participação) no sangue e no corpo
      16 Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?
    4. 1 Cor 10.16 Euchariste (ação de graças ou bênção)
    5. Judas 12 – festas de comunhão ágape, festas de fraternidade
  4. Textos bíblicos
    1. Mt 26:26-29 – Enquanto comiam (surpresa), até o dia que beberei vinho novo com vocês no Reino de meu Pai
    2. Mc 14.22-25 – Sangue da aliança… em favor de muitos…
    3. Lucas 22.14-20 – comer esta Páscoa, não comerei de novo até…
    4. Lucas 24:13-49 – v30. a mesa, tomou o pão e partiu…
    5. João 21:9-15 – Venham comer… tomou o pão e deu a eles…
    6. Atos 1.1-5; Enquanto comia com eles… 2.46; partiam o pão em suas casas… 20.7,11; No primeiro dia da semana, partiu o pão,e Paulo falou ao povo. 1 Cor 5.5-8; Cordeiro Pascal sacrificado. 10.14-22; 11.23-26; Heb 13.9-14; 2 Pe 2.13; Regalando-se em seus prazeres… quando participam das festas de vocês; Judas 12
  5. O Ensino Bíblico – Os quatro contextos, O Significado do Partir do Pão
    1. Nós entendemos melhor o partir do pão considerando a ocasião onde ele foi instituído – A Ceia do Senhor
      1. Refeição de Páscoa- 12 Passos- 3 partes, intercalada por adoração, ensino bíblico relacionado, contexto familiar
      2. Refeição Haburah (pesquisar) – entre amigos chegados, no máximo 10
      3. Ambos contexto judaico
      4. Conclusão: Jesus partiu o pão numa destas reuniões
        1. Os cristãos mantiveram essa tradição criando a refeição da Páscoa numa versão Crista
        2. O modelo continuou sendo baseado numa janta dirigido pelo patriarca
        3. Concluímos que o partir do pão deve acontecer em grupos pequenos numa refeição tipo janta, com adoração, ensino bíblico (em memória – relembrar)a obra de Cristo
    2. Nós entendemos o partir do pão considerando as refeições que Jesus participou após sua ressurreição
      1. Emaús
      2. Os doze compartilham refeição com Ele
      3. Os discípulos na praia onde Pedro tem seu chamado reafirmado
      4. Os 40 dias seguintes pós ressurreição onde Jesus comeu e bebeu e ensinou sobre o reino Atos 10.41 1.1-5
      5. Concluímos: Todo partir do pão assume a presença invisível de Jesus. Sua presença aponta para o futuro quando teremos a ceia das bodas do cordeiro na nova Jerusalém
    3. Nós aprendemos sobre o partir do pão a partir das refeições que Jesus teve com pessoas pecadoras e de seus milagres de multiplicação de alimentos durante seu ministério.
      1. Jesus teve refeições com pecadores onde ele estendeu a graça do Reino de Deus. Não era a respeito de comida apenas. Os profetas falaram daquele que traria o banquete messiânico. Quando Jesus tinha refeições com essas pessoas estava estendendo a eles o banquete messiânico e os abençoando com a graça do Reino de Deus.
      2. Jesus alimentou 4000 e depois 5000. Mais uma vez, alimentar a tantos em meio a um lugar desértico, anuncia que Jesus era o segundo Moisés, maior do que o primeiro. A refeição era o veículo pelo qual eles experimentavam o Reino de Deus.
      3. Concluímos aqui que: Quando partimos o pão estamos recebendo bênção, graça e a chegada do Reino. Somos a comunidade abençoada que recebe a visitação do Messias. Esta refeição é para o pobre de espírito, o período e o que necessita cura. Cada vez que participamos da Ceia devemos reviver a verdade de que Jesus veio para buscar e salvar o que estava perdido.
    4. Nós aprendemos sobre o partir do pão a partir das festas fraternas (comunhão ágape) realizadas pela igreja primitiva.
      O ensino de Paulo aos Coríntios mostra que uma refeição completa ainda era o costume na vida da igreja primitiva. Tanto que alguns comiam demais e outros ficavam sem nada. Alguns até ficavam bêbados. Isso não tem como acontecer com apenas um pedacinho de pão e um pequeno calce de vinho.
      Pedro e Judas oferecem avisos sobre os excessos que haviam entre alguns cristãos gnósticos. Eles nos contam sobre alguns que se “regalavam em seus prazeres”durante a comunhão ou festas fraternas. Ou seja, seu comportamento era realmente excessivo.
      Concluímos o seguinte aqui:

      1. Devemos dar atenção ao aviso de tomar cuidado com os excessos, de tornar a coisa mais parecida com uma festa comum, de exagerar na comida e bebida e de ter certeza que não estamos esquecendo de ninguém e que todos tem o suficiente.
      2. Devemos assumir que este evento era festivo pois do contrário dificilmente haveria excessos. A ênfase no banquete messiânico e na alegria do Reino de Deus ainda estavam presentes, assim como grande regozijo ao saber que Jesus, o Senhor ressurreto, estava presente ainda que invisível. Uma ceia entediante, chata, solene demais radicalmente distorce o ensino bíblico.
  6. Dos ensinos de Jesus e de Paulo podemos obter maior significado das seguintes declarações:
    “Façam isso em memória de mim.”
    Relembrar era o que a comunidade de Israel fazia através da Páscoa. Eles olhavam para trás, para o Êxodo e reviviam o glorioso ato de Deus para salvação deles, que era a base fundamental da história daquela nação.
    Nós olhamos de volta para a vida, morte, sepultamento, ressurreição e ascensão de Jesus, nosso salvador e redentor, que nos libertou da escravidão do pecado e nos fez o povo do seu reino.
    Nós olhamos de volta para nossas vidas e nos lembramos de tudo que Ele fez através do Espírito Santo, nossa conversão, as mudanças que Ele trouxe, a nova vida que Ele nos deu, as maneiras que nós nos encontramos com Deus.
    “Esta é a nova aliança do meu sangue.”
    Uma aliança é um compromisso profundo e permanente. Através de sua morte e ressurreição fomos trazidos para um relacionamento eterno com Deus. Estamos seguros nele. Nada poderá nos separar do amor de Deus. Ele é nosso Deus e nós somos o seu povo.
    “Este é meu corpo… este é meu sangue…”.
    Para qualquer Judeu imaginar o corpo e o sangue de Cristo como comida literal era repulsiva. A igreja caminhou muito mal por essas questões do que é literal nesse assunto. Isso foi facilitado pela redução do partir do pão a um pedacinho de pão e um pequeno cálice de vinho. Isso facilita com que tenhamos um pensamento ritualístico ou mágico em relação ao partir do pão. É praticamente impossível fazer isso quando o partir do pão faz parte de uma refeição de três partes com cânticos e uma mensagem intercalando cada parte.
    Há uma verdade importante no que Jesus disse aqui. Jesus substitui o Cordeiro Pascal. A partir de agora, todos os sacrifícios do AT foram substituídos por um que é completo e perfeito que tira os pecados do mundo. (1 Co 5.7)
    “O cálice de bênção que abençoamos é a participação do sangue de Cristo.”
    Paulo está ensinando no contexto do AT onde haviam festivais e sacrifícios, judeus e pagãos. O ponto de todos estes eventos era participar, entrar, se envolver e se aproximar de um relacionamento com Deus e com a comunidade de Deus, relacionamento com Deus e relacionamento com a igreja de Deus.
    PORTANTO, participe, se envolva, relacione-se, curta e celebre sua comunhão com os irmãos e irmãs.
    3 Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. 4 Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria[a] seja completa.
    “Toda vez que vocês fazem isto anunciam a morte do Senhor até que Ele venha.”
    Nós devemos proclamar, declarar, exaltar e focar nos benefício da morte do Senhor.
    Nós devemos ver esta refeição como uma antecipação do futuro Reino de Deus, a ceia das bodas (casamento) do Cordeiro.
Fonte: Breakthrough - Derek Morphew - Apendix I - How we break the bread

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